Contagem regressiva: Braide tem até 4 de abril para decidir se disputa o Governo do Maranhão

Contagem regressiva: Braide tem até 4 de abril para decidir se disputa o Governo do Maranhão
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O calendário eleitoral de 2026 começa a ditar o ritmo da política maranhense, e o nome do prefeito de São Luís, Eduardo Braide, está no centro das atenções. Para quem acompanha os bastidores, a data de 4 de abril é o “Dia D”: este é o prazo final para a desincompatibilização de quem ocupa cargos no Executivo e deseja concorrer a outro posto.
O que diz a lei?
De acordo com a Lei Complementar nº 64/1990, prefeitos que pretendem disputar o cargo de governador precisam renunciar aos seus mandatos até seis meses antes do pleito. Como as eleições de 2026 ocorrem em 4 de outubro, o afastamento definitivo deve ser oficializado até o início de abril.
O dilema de Braide
A decisão não é simples. Deixar a Prefeitura de São Luís significa entregar a chave do Palácio de La Ravardière para a vice-prefeita, Esmênia Miranda. É uma aposta de alto risco:
  1. O bônus: Braide chegaria à disputa estadual com o capital político de quem governa a capital e bons índices de aprovação.
  2. O ônus: Uma vez fora do cargo, ele perde a caneta e o controle da máquina administrativa durante o período eleitoral.
Cenário Político
A movimentação de Braide reorganiza o tabuleiro. Se ele confirmar a saída, a disputa pelo Governo do Estado ganha um componente de peso, forçando outros grupos políticos a recalibrarem suas estratégias. Caso permaneça na prefeitura, ele sinaliza o cumprimento do mandato integral e foca na gestão da capital, possivelmente guardando fôlego para ciclos futuros.
O relógio está correndo. Nas próximas semanas, os gestos políticos do prefeito dirão muito sobre o destino do Maranhão em 2026.
E você, acredita que Braide deve arriscar o Governo ou concluir o mandato em São Luís? Deixe seu comentário.
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